Uma grande amiga te liga completamente arrasada.
Cometeu um erro no trabalho e foi desvalorizada pelo chefe na frente dos colegas.
No dia anterior, um conflito com o marido a fez, mais uma vez, pensar em desistir do casamento.
Chorando, ela te pede ajuda.
Agora, pausa essa leitura por um instante e pensa: o que você diria para ela?
E se fosse com você? Quais palavras sua voz interior usaria?
A diferença é brutal, não é?
Fomos ensinadas a sermos acolhedoras com os outros, mas implacáveis conosco.
Nossa voz interna, moldada por crenças de “não ser boa o bastante”, vira nossa algoz. Reeducá-la exige esforço e as ferramentas certas.
Mas olha só: intuitivamente, você ofereceu à sua amiga duas bases da Neurociência para a regulação emocional — conexão e compaixão.
Negar a dor não nos fortalece.
“Botar o cropped” e seguir em frente sem curar feridas nos condena a uma vida de faz de conta.
Aprender a lidar com o fracasso através de conexões reais e compaixão não é fraqueza. É poder.
Porque mesmo quando estamos em pedaços, podemos fazer deles um belo mosaico.
Estou aqui para te conduzir nessa jornada, trazendo novas possibilidades para seus dias mais difíceis.